Uma hora a ficha cai. Num gesto, numa música que você houve por acaso, num comentário inocente de alguém, num email que recebe, num detalhe que você não tinha percebido antes, ou quando, no caso, você lê um recado do seu coordenador de curso pedindo que reflita:
Engraçado como, dependendo do momento em que estamos vivendo, interpretamos as coisas ao nosso redor de diferentes maneiras. Selecionamos aquilo que, digamos assim, combina com a gente na ocasião. Eu, por exemplo, já tinha visto esse vídeo muitas vezes e só tinha dado atenção para o projeto em si, outras vezes na mensagem universal que ele passa, enfim.
Hoje, ele - o vídeo, quer dizer, o vídeo e também meu coordenador de curso - me fez pensar no quanto esse caminho é difícil. Esse caminho da faculdade, sabe? [desabafo mode on]
E eu não estou falando de frequentar aulas. Se você é um frequentador de aulas, sorry, esse texto não é pra você, porque estamos falando da vida acadêmica para quem realmente VIVE isso.
Concluí que tenho vivido isso de maneira tão desenfreada e intensa, que ainda não tinha me dado conta que já estou na metade. E a metade, nas palavras de Ana - que também fez com que caísse minha ficha - é dolorosa.
A metade não tem a empolgação do início, nem o alívio do fim. Ela é simplesmente a metade.
A única coisa que você sabe quando está na metade é que ainda tem muito que caminhar.
E o que tudo isso tem a ver com o vídeo?
Tem a ver com o percurso. Tem a ver com essa coleção de tropeços e acertos. Para mim, cada noite perdida é ganha no sorriso do outro. A pressão e o desespero de cada trabalho são facilmente substituídos pela satisfação do meu ego. Eu vivo isso. Cada livro, cada cerveja, cada dívida. A faculdade, pra quem a vive, é tudo isso.
No fim, ela só tem a ver com cada pessoa com que dividiu esses momentos.
Cada pessoa que vai, ou não, estar com você até o fim.
Ou, no meu caso, tem a ver com as pessoas que eu quero que estejam comigo até o fim. E, mais uma vez, estar perto, não é estar junto. Estar perto não é estar com, ou comigo.
E aí cinco minutos de vídeo te mostra que a distância entre as pessoas não é nada se elas estiverem juntas e motivadas por um único propósito. Até o fim.
E é isso. Tem um caminho longo, cheio de problemas. Você conta comigo até o fim? Posso contar com você?
"Whenever you're in trouble, won't you stand by me
Oh stand by me,
oh won't you stand now?
stand by me"
Engraçado como, dependendo do momento em que estamos vivendo, interpretamos as coisas ao nosso redor de diferentes maneiras. Selecionamos aquilo que, digamos assim, combina com a gente na ocasião. Eu, por exemplo, já tinha visto esse vídeo muitas vezes e só tinha dado atenção para o projeto em si, outras vezes na mensagem universal que ele passa, enfim.
Hoje, ele - o vídeo, quer dizer, o vídeo e também meu coordenador de curso - me fez pensar no quanto esse caminho é difícil. Esse caminho da faculdade, sabe? [desabafo mode on]
E eu não estou falando de frequentar aulas. Se você é um frequentador de aulas, sorry, esse texto não é pra você, porque estamos falando da vida acadêmica para quem realmente VIVE isso.
Concluí que tenho vivido isso de maneira tão desenfreada e intensa, que ainda não tinha me dado conta que já estou na metade. E a metade, nas palavras de Ana - que também fez com que caísse minha ficha - é dolorosa.
A metade não tem a empolgação do início, nem o alívio do fim. Ela é simplesmente a metade.
A única coisa que você sabe quando está na metade é que ainda tem muito que caminhar.
E o que tudo isso tem a ver com o vídeo?
Tem a ver com o percurso. Tem a ver com essa coleção de tropeços e acertos. Para mim, cada noite perdida é ganha no sorriso do outro. A pressão e o desespero de cada trabalho são facilmente substituídos pela satisfação do meu ego. Eu vivo isso. Cada livro, cada cerveja, cada dívida. A faculdade, pra quem a vive, é tudo isso.
No fim, ela só tem a ver com cada pessoa com que dividiu esses momentos.
Cada pessoa que vai, ou não, estar com você até o fim.
Ou, no meu caso, tem a ver com as pessoas que eu quero que estejam comigo até o fim. E, mais uma vez, estar perto, não é estar junto. Estar perto não é estar com, ou comigo.
E aí cinco minutos de vídeo te mostra que a distância entre as pessoas não é nada se elas estiverem juntas e motivadas por um único propósito. Até o fim.
E é isso. Tem um caminho longo, cheio de problemas. Você conta comigo até o fim? Posso contar com você?
"Whenever you're in trouble, won't you stand by me
Oh stand by me,
oh won't you stand now?
stand by me"



5 comentários:
Muito legal o vídeo! E pode contar comigo! o/
1,2,3
Brincadeira XD
Mas lembrei do filtro solar. o Bial não fala lá que a gente só pode contar com a gente mesmo? ;)
bjo me liga!
'A gente conta conta conta contigo
contando juntos vamos ser mais amigos' ♫ by Xuxa.
Xuxa e Bial: filósofos.
:)
Eu não sei contar.
E tô com medo do escuro.
Quando eu tiver pensando em algo que não seja "OMFG, ESTOU MEGA ATRASADA", eu comento com mais propriedade... você sabe, né?
Você sabe.
Não faz sentido NENHUM eu comentar depois de tudo que conversamos.
Sério.
Eu estarei lá.
Se isso ajudar ou fizer alguma diferença, saiba que eu estarei lá. A hora, o dia e o momento que você precisar.
Conte comigo u_u
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